sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O Riso


  

NOTA: esta apresentação contém efeitos e textos. Só é compatível com Mozzila Firefox, Google Chrome


       Sempre que o nosso organismo sofre alguma pressão, stresse, preocupação ou ansiedade, nós próprios podemos regular a conexão entre a mente e o coração. A solução passa por dois caminhos: procurar expressar o nosso melhor RISO e, evidentemente, ouvir boa MÚSICA!




Christelle Veiga do Vale, A57273
Licenciatura em Música
Universidade do Minho

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Isso não é Jazz!


A natureza da improvisação é contraposta à composição da música clássica.
A questão de saber se o jazz pode ainda permanecer num registo "contestatário" da música tradicional, quando é cada vez mais formalmente ensinado nas escolas e universidades, é levantada juntamente com a questão de saber se o jazz deve hoje estar preocupado com a preservação da sua herança ou com uma nova forma de exploração musical.
O jazz pode ser analisado como qualquer música, embora os processos para o fazer possam diferir daqueles utilizados em alguns outros tipos de música.
"Isso não é jazz" tem sido uma das questões mais frequentes nas discussões acerca de jazz.
Desde os seus primórdios, o jazz tem atraído controvérsia por causa da sua relação não apenas com outras músicas mas com outros aspectos da cultura moderna.
A questão de saber se algo é jazz ou não implica já por si a dificuldade em definir este género musical tão particular, no pressuposto de que se tivéssemos a definição correta poderíamos identificar o que é jazz e o que não é.
O primeiro problema aqui é que está longe de ser claro onde a palavra "jazz" surgiu pela primeira vez, ou o que a mesma realmente quer dizer.
Além disso, as maneiras de definir o que constitui jazz acabam por não ajudar muito.
É jazz, por exemplo, música improvisada? Com efeito o jazz pode ser improvisado, mas numerosas performances no âmbito do jazz envolvem pouca improvisação, e a improvisação ocorre em muitos outros tipos de música.
É o jazz caracterizado por sua ampla utilização de síncope? Formas antigas de jazz o faziam, mas o jazz moderno é pouco sincopado.
O jazz é muitas vezes "swing", mas muitas actuações não o são, porque o ritmo é lento demais ou porque esse não é o objectivo da actuação.
Desde então, o jazz tornou-se mais internacional, por exemplo através da incorporação de estilos latino-americanos, como a Bossa Nova, e por isso agora é difícil de localizar onde estão os desenvolvimentos mais importantes.  
A tensão entre competência musical e o desejo de expressão individual é vital para a compreensão do jazz. Durante o renascimento do jazz tradicional na Grã-Bretanha na década de 1950, alguns executantes orgulhavam-se da sua indiferença para com a habilidade técnica refinada, considerando-a como um obstáculo à expressão "autêntica" que ouviram dos mais velhos músicos de jazz de Nova Orleães. O jazz era visto aqui como sendo uma manifestação crítica de uma cultura musical comercializada, mantendo as suas raízes “folk”, ao invés de ser corrompido pela sofisticação urbanaO perigo desta postura é o mito de que um estado autêntico e puro da música tem sido manchado por desenvolvimentos posteriores.
Como os recursos para registar jazz se tornam cada vez mais disponíveis, o jazz tornou-se mais sujeito a um tratamento académico. Isso muitas vezes leva a que os métodos de ensino do jazz se tornem mais parecidos com os métodos empregues no ensino de música clássica. A consequência é uma melhoria generalizada geral em competência técnica: existem muitos músicos agora capazes de tocar num nível antes só atingível por algumas estrelas
O jazz tanto rejeita como assimila outros tipos de música. O jazz faz exigências diferentes daquelas encontradas no estudo de outros tipos de música, baseando-se fortemente em técnicas como a transcrição de gravações de performances.
A história social e política do jazz é inseparável de qualquer avaliação da evolução da música.
O jazz pode ser visto como uma forma crítica de música que desafia as normas sociais,​ mas também pode ser muito bem-sucedido comercialmente.
Os estudos de jazz começaram a tornar-se numa disciplina académica nos últimos anos.


Leonardo Marques - A54192
Licenciatura em Música, 3º Ano (Universidade do Minho)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Música vs Futebol | Choque de Culturas


Pergunto-me, todos os dias, porque é que tudo, ou quase tudo, tem de estar directa ou indirectamente ligado futebol. Tantas e tantas coisas acontecem ao mesmo tempo, tantas e tantas outras disputas por diversos títulos acontecem frequentemente em toda a Europa (pelo menos) e, então, por que nós temos tanta obsessão pelo cultura do futebol? Talvez esta seja uma possível resposta: a força dos “media”.
Longe de fazer campanha contra o futebol, a minha intenção aqui é apenas questionar os nossos direitos do conhecimento, não só sobre a disputa daqueles indivíduos que até perdem o controlo atrás de uma bola, mas também por uma infinidade de coisas, que muitas vezes até são ignoradas pelo governo, pelo povo e pelos meios de comunicação. Especificamente quero aqui reflectir sobre a questão da educação no nosso país, tendo a música como um ponto de referência.
Os princípios da educação vão de encontro à sociedade geral, digamos, e a sua finalidade é determinada pela cultura, sociedade e homem que se quer desenvolver, ou seja, definir o tipo de homem que queremos criar é escolher a sociedade que queremos ter. Assim sendo, questiono-me: que tipo de educação a nossa sociedade está a priorizar?
A educação, na minha opinião, tem como objectivo proporcionar o desenvolvimento do indivíduo de uma forma geral, tendo assim de desenvolver as suas capacidades FÍSICAS, culturais, emocionais, sociais e morais, para que ele possa assim viver de maneira integrada na sociedade e capaz de exercer a sua cidadania.

Questionamo-nos da seguinte maneira:
Se a música está nas revoluções e festas, nos JOGOS e trabalhos, no nascimento e na morte, então por que a música era ou é esquecida quando pensamos na educação das crianças?
Fazendo uma comparação que será citada mais em baixo, as nossas crianças têm direito de descobrir a música e escolherem a música que querem e gostam. Não podemos nós limitar de maneira alguma a escolha musical de cada criança, só elas podem escolher, portanto é imprescindível que lhe seja oferecida uma variedade de músicas. Não podemos então permitir que sejamos continuamente induzidos pelos “media”.
Para que nos possamos tornar ouvintes musicais críticos não basta apenas ouvir música de qualidade, precisamos também de ser capazes de compreender o que ouvimos. Portanto temos dois problemas: o que ouvir e como aprender a ouvir.

Isto para dizer que (mencionando aqui um caso verídico), por exemplo, um pai que acaba de ter um filho, a primeira coisa que lhe ocorre quando se retira do hospital é imediatamente torná-lo sócio DO SEU clube de futebol!!!




Paulo Martins | a57266
UMinho

Um mundo de Pluralidade Cultural


Um mundo de Pluralidade Cultural
Entendemos por pluralidade cultural a existência de várias culturas, ou seja, pluralidade de religião, de nacionalidade, de cor, etc. E é esta pluralidade cultural (são produzidas pelos grupos sociais ao longo das suas histórias, organização da vida social, relação com o meio e outros grupos, produção de conhecimentos) que enriquece tudo o que nos rodeia, tornando cada ser único.
O pretendido na Pluralidade Cultural não é a marginalização ou divisão de uma sociedade em grupos culturais fechados, mas sim um enriquecimento pela pluralidade de formas de vida, convívio, opções pessoais, bem como o compromisso étnico para uma sociedade mais justa. No entanto, nós não nascemos prontos já a viver, ou seja, precisamos de cuidados e orientação, existindo assim um convívio e aprendizagem com outras pessoas de uma dada cultura, formando assim a nossa personalidade.
Contudo, dentro das sociedades existem relações de desigualdade e dominação (bens materiais, saberes, poder) que impedem o acesso de outros grupos culturais, por isso a pluralidade cultural pode tornar-se um foco constante de conflitos. A tolerância vai permitir manifestar as diferenças de outras culturas mesmo que estas afectem as nossas convicções, no entanto este exercício não se torna propriamente fácil.

O nosso carácter é resultado da nossa conduta (Aristóteles)

Catarina Maria Veloso Fernandes - a56394
Universidade do Minho - Licenciatura em Música
3º Ano

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Extrem Couponing


Extrem Couponing, ou uma possível tradução, “Cupões ao Extremo” é o nome de um programa num canal que apenas transmite episódios sobre vidas invulgares de pessoas americanas, e neste caso, de pessoas que utilizam cupões para realizar as suas compras, mas para uma abordagem mais detalhada vejam o vídeo abaixo:

Inicialmente pensava que apenas meia dúzia de pessoas faria isto, mas depois de pesquisar mais um pouco pela internet, descobri que são milhares e milhares de pessoas que utilizam estes cupões, e quando conjugados inteligentemente fazem com que as compras de enormes quantidades sejam a preços irrisórios ou mesmo gratuitas. Estes cupões não são como os do Continente, que nos chegam por carta de quando em vez, e usamos em meia dúzia de artigos e o dinheiro fica retido em cartão para uma próxima compra. Estes, ou são retirados de panfletos promocionais, jornais ou até mesmo imprimidos de um website que os dispõe, depois de muito bem conjugados e verificados os artigos que se encontram em saldo é só ir às compras e encher carrinhos. Na hora do pagamento todos os produtos são facturados e no final da compra o responsável pela caixa pergunta ao cliente se tem cupões para descontar, e aí começa a verdadeira “magia”.
Este tipo de marketing, se assim lhe podemos chamar, é bastante compensador para quem conjuga bem os cupões, mas o resultado são dispensas como estas:  

Contudo, este tipo de consumo pode ser benéfico, pois se pensarmos a um longo prazo, o tempo perdido e as compras exageradas são bastante recompensadoras no orçamento familiar. No entanto existem pessoas que vêem-se obrigadas a aproveitar os cupões ao máximo adquirindo compras desnecessárias só por serem gratuitas, como por exemplo no vídeo anterior, a senhora comprou cerca de 15 embalagens de pastilhas para uma máquina de lavar louça sem ter uma máquina de lavar louça, apenas por ser gratuito, fazendo o mesmo com fraldas para bebé sem ter um. Contudo existem pessoas que usam essas compras exageradas para caridade, sendo talvez a razão mais lógica, do que acumular numa cave dezenas e dezenas de produtos dos quais não necessitam e existindo pessoas que carecem desses mesmos produtos.
Em suma, se este sistema entrasse em vigor em Portugal, com certeza que iria optar por fazer as compras com cupões, pois se tenho a oportunidade de “comprar” – deve-se dizer comprar quando é gratuito? -, por exemplo, escovas de dentes para mim e para a minha família de forma a ficar com um stock para bastante tempo aproveito a oportunidade, no entanto comprar outro produto, como dezenas de dúzias de ovos tendo galinhas em casa acho que é um total desperdício, pegaria antes nos ovos e iria dá-los a uma instituição que precisasse mais deles do que eu, assim como as fraldas para bebé ou comida para cão ou gato sem os ter.
No entanto o que ainda não consegui perceber é quem fica com o “prejuízo”, pois porque os produtos têm como finalidade: serem comprados pelo cliente fechando um ciclo de produção, contudo se os produtos são levados pelos clientes sem pagar nada quem os paga? E se pode “dar” comida ou outros produtos de higiene, porque não doá-los simplesmente?
Assim, para mim este Extrem Couponing é um género de concurso na vida real em que as pessoas participam sem saberem e testam as suas capacidades de raciocínio, tendo como prémio quanto mais poupar mais ganha. O que me faz pensar se toda a nossa vida não será um concurso…




                                                Maria Salomé Ramos Ferreira a57261
                                                     ( Licenciatura em Música da Universidade do Minho)

Lady Gaga – “Predadora Sexual”


            A propósito do polémico assunto Lady Gaga – “predadora sexual” comentado em aula pelo professor, eu gostaria de registar aqui a minha opinião:
            Realmente a menina parece ter problemas comportamentais, é muito extravagante a vestir, escreve letras agressivas, que por sua vez geram vídeo-clips violentos, acompanhado por seminudismo, lesbianismo, e muitas outras fontes de polémica, muito “blá-blá-blá”.  Com estes atributos foi eleita a personalidade mais polémica de 2010 pelo programa de televisão Showbiz Tonight, da cadeira americana CNN (inclusive acima de outras personalidades envolvidas em problema judiciais);
Citando o artigo do DNartes ..."Em 2010, ela dominou o espaço digital, tornando-se a pessoa mais seguida no Twitter e a primeira artista a alcançar a marcas históricas de visitas no YouTube"...  e fui ver ao Facebook e ao iTunes, e neste período a menina esteve entre os “tops” também.
            O que me põe a questionar, até que ponto isto tudo será fruto de uma personalidade difícil, marcada por problemas educacionais ou sociais, família disfuncional, cultura urbana, etc...? Ou fruto sim de uma superprodução que gera milhões de dólares a trabalhar esta imagem polémica a um público sedento de tais notícias, da chamada imprensa “cor-de-rosa”.  Acho que já vi este filme a uns anos atrás, com outra menina, chamada “Madonna”, alguém ainda se lembra desta. E o meu pai provavelmente se lembra dum caso parecido, “Marilyn Monroe”.
            Bom, até acredito que uma actividade a tempo inteiro, ou quase vida inteira, pode influenciar a personalidade (já excêntrica) da figura em causa, é muito dinheiro em jogo, muita fama, muita gente gostaria de estar no lugar da Gaga, não acham?  Polémicas a parte, e se meus colegas me permitem, eu acho que a "Lady" canta bem, toca minimamente bem (o suficiente para música pop), é bem jeitosa, danças bem e tem uma P*** de uma energia em palco, grande performance. Para mim bastava o talento, eu dispensaria as extravagâncias, figurinos, e todas as atitudes polémicas, mas infelizmente para a grande massa ela seria mais uma, entre milhões de outros talentos superiores não descobertos ou escondidos mundo a fora.
            E para concluir, sem discriminação, isto é mesmo coisa da pobre cultura norte-americana,  que em boa verdade, nas últimas décadas alastrou-se (infelizmente) pelo chamado mundo “Globalizado”. É somente a minha humilde opinião.

                                                                  Alexandre Reinalt Magni – A59497
                                                  (Licenciatura em Música da Universidade do Minho)


Referência: Artigo DN artes – 09 de Dezembro de 2010 – dn.pt

Diálogo a uma voz

(imagem retirada daqui)


Factos e pormenores do quotidiano que passam despercebidos à maioria das pessoas.

 - Ontem fui ver um concerto! - disse ela animada.
- A sério? Foste com quem? – questionou ele.
- Fui sozinha. Não me importo e até gosto.
- O quê? Como é que não gostas de ter companhia? – ele ficou bastante admirado.
- Eu não disse que não gostava. Apenas disse que não me importava e gostava. Sozinha praticamente não preciso falar com ninguém o que dá para observar as pessoas à minha volta à vontade sem distracções enquanto que se fosse com companhia, obrigatoriamente, haveria diálogo e isso iria distrair-me! - afirmou ela.
- Tu és estranha. Eu prefiro ir a concertos com companhia. É muito mais animado. - disse ele pouco convencido.
- Gostos não se discutem! - disse ela sem entusiasmo.
- Mas afinal porque gostas tanto tu de observar as pessoas?
- Olha, porque é que as pessoas gostam tanto de observar os animais? - respondeu ela ligeiramente irritada embora sem saber exactamente porque tinha sentido uma pontinha de irritação com aquela pergunta.
- ... - ele olha-a com ar de quem não esta a perceber nada.
- Pronto, eu explico: as pessoas observam os animais para saberem mais sobre eles, para os conhecerem. Eu faço isso mas com as pessoas.
- Mas não falas com elas, nunca as conheces. - duvidou ele.
- Ora, as pessoas que observam os animais também não falam com eles, excepto algumas claro. – retorquiu ela já a ficar sem paciência.
- ...
- Eu não preciso de falar com as pessoas para as conhecer, aliás, a maior parte delas eu nem as quero conhecer a sério. Imagino como serão. Tem piada imaginar e nunca saber a realidade. As pessoas fazem-me lembrar um rebanho de ovelhas, sem querer ofender as ovelhas.
- Tu não és normal! - exclamou ele.
- Eu sei que não sou normal, nem quero ser. Mas eu passo a explicar: a maioria das pessoas lembra-me um rebanho porque seguem todas alguma coisa e sempre da mesma maneira. O que faz com que sejam quase todas iguais, sem originalidade. E cada vez constato mais isso. Fui ver esse concerto que era num sítio com um certo requinte e eu era a única pessoa sozinha no meio de várias que tinham companhia ora dos amigos ora dos familiares e por vezes encontravam-se com alguns conhecidos. A partir desta situação poderei eventualmente concluir que a ida ao teatro serve como factor social. Para sair com a família, rever conhecidos e até mesmo ser apenas visto. O ser humano tem a mania de ser extremamente sociável.
Outra coisa que observei foi a forma com as pessoas estavam vestidas. Todas bem vestidas com a roupa de ir a missa e afins. Eu era das únicas pessoas menos bem vestidas. O que me leva a notar que as pessoas vestem-se bem não para elas próprias mas muitos vezes apenas para serem observadas pelos outros. A ida ao teatro é uma óptima oportunidade para estrear os sapatos comprados que nem se gosta muito mas que estão moda, ou para usar a camisola que a avó deu porque a avó vai lá estar. Resumindo: as pessoas vivem numa constante ilusão. O exterior é como uma máscara a proteger. São raras aquelas pessoas que se vestem ou que agem como são realmente. E quem o faz realmente por vezes é olhado com desdém. As pessoas são fascinantes de observar.
- Credo… Pensas em tanta coisa! disse ele com admiração.
- E posso dar mais exemplos. Vou dar outro que acho bastante engraçado. Como sabes durante as férias ajudei a minha mãe no café. Isso fez com que assistisse a alguns hábitos das pessoas. Dado que é um café o mais usual é as pessoas irem beber café. Mas foi raríssimo alguém ir beber café. O que bebiam era açúcar com café. O que me leva a pensar que elas apenas bebem isso porque parece bem beber, faz as pessoas parecerem importantes e notáveis. Ou seja não apreciam o verdadeiro sabor do café. Bebem porque dá boa impressão. E não digas que é porque dá energia, isso é praticamente psicológico. O meu avô bebe café e a seguir dorme! Elas bebem porque parece bem. O que é estúpido. Lá está novamente o rebanho. Uma ideia que se fomentou e a maior parte para não ficar fora do rebanho cumpre. Uma pessoa quando diz que gosta de café bebe-o sem açúcar. Eu gosto de café e bebo sem açúcar. Isso sim é o verdadeiro café. Ainda hoje comprei um café daqueles americanos que vêm naqueles copos que dá para ir a beber na rua o que é algo altamente e o senhor ia-me dar dois pacotes de açúcar e eu disse que não era necessário e ele disse que eu era mesmo apreciadora de café! Através deste comentário posso eventualmente chegar à conclusão que, para ele ter demonstrado admiração, as pessoas bebem com açúcar. O que é absurdo. - concluiu ela.
- Hmm… Nunca tinha pensado nisso. - respondeu ele.
- Claro que não, fazes parte do rebanho! E até eu por vezes faço. Há coisas inevitáveis.
            -Tu realmente não és normal... - voltou ele a afirmar.

Realizado por: Mariana Rosa
(Universidade do Minho, 3º ano, a57281)